Os Jardineiros da Rosa

Os primeiros maçons do Rito Escocês

Os graus escoceses existiam já antes de 1743, mas eram sobretudo graus isolados ou pequenos sistemas de alguns graus, não constituindo verdadeiros ritos ordenados numa progressão iniciática reflectida.

É óbvio, que desde essa altura até aos nossos dias os rituais foram reescritos, modificados e actualizados. As pesquisas mais recentes sugerem que os rituais ligados aos graus escoceses foram uma elaboração colegial no seio das lojas.
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A Maçonaria na Revolução Francesa: que papel?

Ainda hoje é frequente ler e ouvir que a Revolução Francesa é sinónimo de uma acção vigorosa e organizada da Maçonaria francesa.
Sendo indiscutível, por múltiplos registos históricos, que uma grande parte da elite intelectual francesa integrava a Maçonaria, isso não significa que ela estivesse alinhada,
como tal, com a ideologia revolucionária de então.
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Da Razão e do Símbolo

Duas Vias da Arte Real

Sem se defender e muito discretamente se exprimindo, a Maçonaria, mesmo nos nossos tempos democráticos e de pluralismo social, continua a ser atacada violenta e cavilosamente. Sobretudo em períodos socialmente mais críticos, logo alguns vêm dizer que a culpa é dessa terrível “sociedade secreta”, que se esconde na sombra e na noite, e pela calada comanda a política, a economia, os media – e, quiçá mais que tudo, a finança internacional: hoje nova divindade, temível e trituradora, essa sim, mas não, certamente, pelas razões propaladas pelos cultores do alarmismo social e da culpabilização simbólica.
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São João e a Maçonaria

História e Ritual das duas figuras bíblicas presentes nos rituais simbólicos da Maçonaria, uma prancha de instrução do M:. M:. Montesquieu.
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Um náufrago Maçon na ilha das Flores

Esta é  uma pequena história com 136 anos de vida, que fala de 12 náufragos e um bloco de pedra com uma inscrição e um  símbolo maçónico que durante muito tempo não foi reconhecido por nenhum dos historiadores e curiosos que se debruçaram sobre o assunto. John Coustos, Mestre Maçon, dá mais pormenores.
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A Laicidade em França

Entre a violência e a razão

Foi a partir de um aprofundado estudo histórico que Michel Miaille, professor de Direito em Montpelier e alto responsável da Grande Loja Mista Universal de França, apresentou, durante o 1º Encontro Internacional de Lisboa, em 5 de Maio último, uma comunicação que seguiu de perto o tema proposto, através de vários ângulos de abordagem.
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5 de Outubro de 2006

Discurso proferido pelo Prof. Doutor João Alves Dias

Para que fiquem bem claras as palavras que vou proferir neste local e neste dia, queria começar com uma declaração pessoal prévia. Declaração essa que se impõe para clarificar e evitar eventuais más interpretações daquilo que vos vou dizer. E essa declaração é a seguinte: sou Maçon, e disso não tenho qualquer dúvida; sou Republicano, e disso também não tenho qualquer dúvida. Porém não é pelo facto de ser Maçon que sou republicano, nem tão pouco é pelo facto de ser republicano que sou Maçon.
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Convivialidade na Aldeia Global

Convivialidade:
capacidade de um grupo em desenvolver as relações interpessoais harmoniosas entre os seus membros.

Aldeia Global:
condensação, encolhimento do mundo num espaço virtual da dimensão de uma aldeia, pelo efeito da Globalização e da explosão das Tecnologias de Informação e Comunicações. Tudo acontece no mundo como se vivêssemos numa aldeia.
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Reflexões de Fernando Pessoa

sobre a Maçonaria

Antes de iniciar este trabalho quero fazer uma reflexão. É a de que Fernando Pessoa considera, nestas suas notas, a Maçonaria como uma ordem iniciática com uma doutrina esotérica específica, preparatória para outras vias mais altas de Ocultismo.

Feito este reparo, e considerando todavia o grande interesse destas reflexões, entro na matéria do trabalho.

Conforme bem sublinhou Yvete Centeno na sua obra Fernando Pessoa e a Filosofia Hermética, o interesse pelo ocultismo e pelas tradições herméticas despertou no poeta por volta de 1906, quando tinha dezassete anos e vivia ainda na África do Sul.
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MAÇONARIA – A Construção Europeia

Quais as contribuições que a Maçonaria, isto é os Maçons, pela ética e pela solidariedade e por todos os seus valores e princípios, já deram e podem continuar a dar, cada vez mais decisivamente, para a construção europeia?

O Projecto da Construção Europeia, de uma Europa coesa, unida e solidária, já é, na moderna nomenclatura, um Projecto de Globalização Europeia, mas não apenas económica e política, como também social e até macro cultural, na medida em que toda a história da Europa, apesar das diferentes histórias e línguas, se desenvolveu em torno de uma matriz cultural comum, principalmente de inspiração mediterrânica, embora mesclada com influências vindas de fora da Europa.
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A Flauta Mágica de Mozart

A última ópera de Mozart, musicada entre Março e Setembro de 1791 – no próprio ano da sua morte – tem como título “A Flauta Mágica” (Die Zauberflöte).

Se a música tem sido reconhecida por todos como de superior qualidade, contando-se entre as melhores óperas de Mozart, já as opiniões sobre o libreto se mostram muito variadas. Uns acham-no disparatado e incoerente; outros vêem nele algo que não lhes é compreensivo. Goethe entendia “que era preciso muito mais conhecimentos para compreender o texto do que para sorrir dele”; acrescentando, “é suficiente que a multidão encontre prazer com a visão do espectáculo; aos iniciados não escapará, ao mesmo tempo, o seu alto significado”.
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    Eugène Delacroix – La liberté guidant le peuple [Wikipedia]