um artigo da revista “O Prumo”
É com orgulho que o Grande Oriente Lusitano evoca a memória de João Domingos Bomtempo (1771-1842), o grande compositor nosso compatriota que o miguelismo perseguiu por ser maçon, antes de, com a vitória das ideias liberais, ter sido um dos fundadores do Conservatório Nacional. Sabemos que viveu cinco anos refugiado no Consulado da Rússia, abrigado por um irmão nosso. Naqueles tempos, como era a Maçonaria na Rússia autocrática? Um conjunto de pistas consta do artigo do nosso Irmão Jerônimo Borges (“Um pouco da História da Maçonaria na Rússia”), publicado na revista maçónica “O Prumo”, vinculada ao Grande Oriente de Santa Catarina (GOSC), no Brasil.
Terá sido por influência de Pedro o Grande que se fundou a primeira loja maçónica russa, antes do nascimento da Maçonaria contemporânea, em 1717.
O autor do artigo cita autores que defendem esta tese, mas situa o nascimento da Maçonaria especulativa russa no ano de 1731.
“Em 1762, o Czar Pedro III foi iniciado e incentivado por sua mulher Catarina II, apoiando a Maçonaria, a ponto de promulgar a primeira Grande Constituição do Rito Escocês Antigo e Aceite na Rússia”, refere Jerônimo Borges, antes de citar, entre outras fontes, a revista alemã “O Globo”, que revelou existirem 161 oficinas na Rússia, em 1790, com quatro milhares de obreiros.
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29 de Agosto de 2007 22:54
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A intervenção de Marco Oliveira, da Comunidade Bahá’i de Portugal, centrou-se nos conceitos de “Conservadorismo e Liberalismo Religioso”, durante os trabalhos do 1º Encontro Internacional de Lisboa, promovido pelo Grande Oriente Lusitano.
Dado que Conservadorismo e Liberalismo “são atitudes que existem em todas as religiões (…) é incorrecto dizer que uma religião, no seu todo, é conservadora ou liberal”, considerou Marco Oliveira, depois de referir uma situação mundial caracterizada pela globalização, pela mudança acelerada, pelo choque de civilizações e pelo choque de religiões. “É possível tipificar atitudes conservadoras e liberais nas diferentes vertentes do fenómeno religioso”.
As definições dos conceitos de Conservadorismo e Liberalismo “são multifacetadas e relativas”, acrescentou.
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21 de Agosto de 2007 12:32
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ou da necessidade de um Pós-Ecumenismo
Paulo Mendes Pinto é director da licenciatura em Ciência das Religiões na Universidade Lusófona; coordenador de actividades da Cátedra de Estudos Sefarditas “Alberto Benveniste” da Universidade de Lisboa e bolseiro da Fundação para a Ciência e Tecnologia. Para a sua intervenção no 1º Encontro de Lisboa, promovido pelo Grande Oriente Lusitano, escolheu o tema: “Religião, Respeito e Liberdade, ou da necessidade de um Pós-Ecumenismo”.
Depois de constatar que “nas últimas décadas” se tem verificado um “processo altamente negativo no campo das relações entre religiões em Portugal e mesmo nas relações entre estas e o Estado”, Paulo Mendes Pinto afirmou: “Sob a aparência de uma suposta igualdade, perdeu-se todo o horizonte de liberdade de acção religiosa, falemos dos grupos organizados ou não. O Estado elevou-se, por intermédio de grupos religiosos, a entidade de acreditação religiosa, negando na relação com o Estado parte significativa dos direitos constitucionais que assenta na Liberdade que todo o indivíduo tem e é inalienável”.
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14 de Agosto de 2007 12:41
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18 a 20 de Outubro de 2007
Lisboa – Portugal
Sob os auspícios da
Academia Portuguesa de Letras, Artes e Ciências Maçónicas
Academia Maçónica Internacional de Letras
Grémio Lusitano
Grande Oriente Lusitano e
Editora Maçónica “A Trolha”.
Programação Oficial
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10 de Agosto de 2007 01:24
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Efemérides
4 de Setembro de 1908
Nasce em Coimbra Fernando Abranches Ferrão, destacado republicano e socialista, tenaz opositor ao Estado Novo. Foi iniciado maçon em 1982 com o nome simbólico de «Descartes».
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